segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Síndrome de Borderline




SÍNDROME DE BORDELINE


Imagem da Internet
O que é - Síndrome de Borderline ou transtorno de personalidade Limítrofe é uma grave doença psicológica. Os indivíduos com a síndrome de Borderline vivem no limite entre a normalidade e os surtos psicóticos.
As dificuldades para se relacionar, oscilações de humor e impulsividade são alguns dos problemas enfrentados pelo portador da síndrome de Borderline e pelas pessoas que o cercam. Esses sintomas começam a se manifestar na adolescência e se tornam concretos no início da vida adulta.
A síndrome de Borderline é frequentemente confundida com esquizofrenia ou transtorno bipolar, porém, possui características diferentes, como a duração e intensidade das emoções.

SINTOMAS DA SÍNDROME DE BORDERLINE
Oscilações de humor, agressividade, irritabilidade, depressão, automutilação, comportamentos suicidas, medo de abandono, dificuldade em lidar com as emoções, mudanças de planos profissionais e nos círculos de amizades, impulsividade e baixa autoestima.

DIAGNÓSTICO DA SÍNDROME DE BORDERLINE
O diagnóstico é feito através de características do transtorno, observadas por um psicólogo ou psiquiatra, e por experiências relatadas pelo indivíduo. É importante fazer exames fisiológicos, como hemograma e sorologia, para a exclusão de outras doenças. O diagnóstico da síndrome de Borderline pode ser longo e complexo. Devido à semelhança com outras síndromes, é muito raro obter o diagnóstico precoce dessa doença.

TRATAMENTO DA SÍNDROME DE BORDERLINE
O tratamento é feito através de uma combinação de medicamentos e de acompanhamento psicológico. Os medicamentos usados com mais frequência no tratamento da síndrome de Borderline incluem anti-depressivos, estabilizadores de humor e tranquilizantes. 
A psicoterapia é o principal tratamento utilizado, porém, requer paciência e força de vontade do paciente. É na psicoterapia que o indivíduo aprende a lidar e controlar as suas emoções. Com o passar do tempo, é possível que o indivíduo torne-se mais sociável, mas não há cura.


Créditos ao médico Dr. Arthur Frazão.